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| Ex-funcionária trabalhava 3h a mais em média do que deveria. Foto: Getty Images |
ARTHUR GANDINI, via R7
O motivo da indenização foi que Jennifer, que trabalhava como auxiliar de operação de valores, era impedida de deixar o seu trabalho.
A auxiliar deveria mostrar uma “senha” no portão da sala que trabalhava para deixar o local, que consistia em uma autorização por escrito para a saída. A “senha” deveria ser pega com o seu supervisor que a entregou algumas vezes apenas após a funcionária realizar mais trabalho.
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Jennifer era contratada para trabalhar em uma jornada noturna de 12h. Segundo o processo do caso, ela costumava trabalhar 3h a mais em média, das 21h às 12h.
A empresa foi condenada a pagar indenização por retrição à liberdade de ir e vir e dano emocional sofrido.
A Prosecur informou, por meio de nota, que "cumprirá a decisão judicial".
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