A polêmica gira em torno de como seria controlada a jornada de trabalho. De acordo com especialistas, o que determina o direito à hora extra é a prestação de serviço e não a permanência no local de trabalho, de acordo com a lei. Entretanto, seria difícil provar se a empregada trabalhou ou não em determinado horário. Uma saída poderia ser o diálogo entre as duas partes.
O REPÓRTER ERROU: Jorge Ednar é o presidente licenciado do Sinedom.
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25 de ago. de 2012
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