30 de mai. de 2012
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PMDB de Diadema nega aliança com o PV

30.5.12
Para o presidente municipal da sigla, conversas sobre o assunto são antigas e a sigla está com o governo 

ARTHUR GANDINI, via ABCD Maior

O presidente municipal do PMDB em Diadema, Waldir Salles Lopes, negou, nesta quarta-feira (30/05), a possibilidade, pelo menos por enquanto, de a sigla apoiar a pré-candidatura do vereador Lauro Michels (PV) ao Paço Municipal. "Tudo é possível até a definição das candidaturas, mas não há nada sólido em relação a nós apoiarmos o PV." Ainda de acordo com Lopes, teria havido uma conversa entre as duas siglas há cerca de seis meses sobre uma possível aliança, mas o partido já anunciou fazer parte do arco de alianças do PT e está com Mário Reali.

Para Salles, entretanto, nada ainda está completamente definido: "Qualquer possibilidade é avaliada. Estamos com o PT, mas se recebermos convites de outros partidos ou mudar o cenário político, será avaliado".

O presidente do PT em Diadema, Josemundo Dario Queiroz, o Josa, não acredita que o PMDB possa sair da base do governo. "Não acredito que o PMDB vai sair devido as conversas entre as duas siglas. Temos um sentimento de tranquilidade de que o PMDB vai se manter no arco de alianças. É um partido estratégico e importante para o PT".

Ainda de acordo com o dirigente, as discussões entre as legendas não significam nenhuma mudança na parceria atual. "Já ouvimos conversas entre os partidos, sobre o PMDB apoiar ou não o governo. Mas isso não significa nenhum rompimento. O PMDB é um aliado histórico. As pessoas têm o livre arbítrio para fazer o que quiserem", aponta.

Outro vice para Reali

De acordo com Josa, o PT não trabalha com a possibilidade de não lançar o vice-prefeito Gilson Menezes (PSB) à reeleição, que corre o risco de ter a candidatura impugnada pela Lei da Ficha Limpa. "Se o Gilson não puder sair, será decidido coletivamente, em uma conversa com todos os partidos aliados, quem será o substituto. Mas não estamos pensando nisso", afirma o presidente.

A vereadora peemedebista de Diadema, Cida Ferreira, que poderia entrar no lugar de Gilson e participou das conversas com o PV ano passado, afirma que todas as negociações de apoio estão a cargo da executiva municipal do PMDB e será decidido "o que for melhor para a sigla e não para ela". Ainda para Cida, ela aceitar ser vice de Reali dependeria do contexto político do momento: "Depende das circunstâncias aceitar. Teríamos que saber o Plano de Governo do PT. Não adianta apoiar por apoiar. Tem que se ter uma seguridade de ganho de eleição. Se o Lauro [Michels] estiver subindo nas
 
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